Alianças propostas para o Executivo em Campinas provocam divergências
14/01/2012 - 21h51 . Atualizada em 14/01/2012 - 21h59| Milene Moreto | |||||||
| Compartilhar | |||||||
A discussão sobre o apoio ou não ao governo do prefeito de Campinas, Pedro Serafim (PDT), causou um racha em diversos partidos políticos. Lideranças municipais, estaduais e federais divergem a respeito da aliança proposta entre o Executivo e vereadores. A crise política e a instabilidade em Campinas contribuíram para que as discussões sobre quem deve governar o município até o final deste ano se intensificassem e, com isso, o apoio dos legisladores e a participação com cargos em administrações regionais (ARs) e em outras áreas do Executivo têm causado ampla discussão no meio político. O problema é mais evidente no PMDB, PT, PSB e PSDB.
O principal motivo da desavença entre partidos e filiados está no fato de Serafim ter adotado um governo que, segundo ele próprio, é de corresponsabilidade, onde os vereadores terão participação, liberdade para indicar funcionários e até palpitar sobre as ações do Executivo. A aliança com os parlamentares proposta por Serafim foi indigesta para muitos partidos, o que provocou um racha entre bancadas e diretórios.
No PMDB, por exemplo, partido com a maior bancada na Câmara, o anúncio de uma candidatura própria nas indiretas pegou de surpresa os parlamentares da legenda, que já se preparavam para ingressar no governo Serafim com cargos, liderança na Câmara e um posto de vice-prefeito na futura chapa que pode eleger Serafim como chefe do Executivo até o final de 2012, na eleição indireta.
O partido lançou três ...
Nenhum comentário:
Postar um comentário