terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Termina greve dos funcionários de lixo de Campinas


Salário de coletor passa de R$ 765 para R$ 860; o de varredor, de R$ 615 para R$ 723; e o de motorista, de R$ 1.175 para R$ 1.321


03/01/2012 - 16h42 . Atualizada em 03/01/2012 - 17h20
Raquel Valli DO PORTAL RAC
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Outra reivindicação era o aumento do ticket alimentação, que passou de R$ 380 para R$ 428
(Foto: Carlos Sousa Ramos/AAN)

Os coletores de lixo, varredores e motoristas de caminhão, que iniciaram uma greve há dois dias, encerraram a paralisação na tarde desta terça-feira (2), depois de aceitarem um acordo de 13% de reajuste salarial. Com as 40 horas de greve, 2,5 tolenadas de lixo não foram recolhidas. A previsão é que o serviço seja normalizado sábado (7) à noite.

Com o acordo fechado com o Consórcio Tecam (Tecnologia Ambiental) - a empresa terceirizada pela Prefeitura para fazer a coleta na cidade -, o salário de coletor passa de R$ 765 para R$ 860; o de varredor, de R$ 615 para R$ 723; e o de motorista, de R$ 1.175 para R$ 1.321.

O reajuste foi acordado entre três partes: a cia, o Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação (que representa os garis e os varredores) e o Sindicato dos Rodoviários de Campinas e Região (que representa os motoristas).

Paliativo

Para tentar amenizar o problema durante a greve, o Poder Municipal usou caminhões do Departamento de Limpeza Urbana (DLU) para recolher o lixo nos locais onde havia maior acúmulo.

A medida pretendia evitar que as bocas de lobo ficassem entopidas com as chuvas, dificultando o escoamento de águas pluviais e gerarando mais um problema para cidade: alagamentos.

Colaborou o repórter Natan Dias, da Agência Anahnguera de Notícias

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