Centro irá coordenar pesquisa, desenvolvimento e inovação que possam melhorar a qualidade de vida de pessoas com deficiência.
25/03/2012 - 09h22 . Atualizada em 25/03/2012 - 09h30
| Maria Teresa Costa | DA AGÊNCIA ANHANGUERA | ||
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(Foto: Augusto de Paiva/AAN)
Um dos papéis do novo centro será articular a agenda de pesquisa e inovação de uma rede de Núcleos Interdisciplinares de Tecnologia Assistiva (Nita), que estão sendo criados em universidades. Inicialmente serão 20 núcleos.
Atualmente existem núcleos organizados de pesquisadores envolvidos com o tema nas universidades Federal da Bahia, Federal do Rio Grande do Sul, Federal Tecnológica do Paraná, Federal de São João Del Rey, Federal de Minas Gerais, de Brasília e Estadual do Pará.
O centro de Campinas vai contribuir para o planejamento, elaboração e implementação da Política Nacional de Tecnologia Assistiva e para a execução do Plano Viver sem Limite, além de promover a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação em tecnologia assistiva. “É a primeira instituição de pesquisa do Ministério a receber essa missão, devendo atuar em rede com as demais instituições atuantes na área”, diz o diretor do CTI, Victor Mammana. Ele acredita que a vinda dessa atividade para o CTI deve atrair muitos investimentos para a região de Campinas, tanto públicos quanto privados
“Temos hoje uma série de inovações que nos ajudam. Os deficientes visuais têm leitores de tela com softwares que nos ajudam a ter acesso ao computador. Para as pessoas sem deficiência, o acesso ao computador é um facilitador. Para nós, essa tecnologia torna as coisas possíveis”, disse. Muito ainda pode ser feito, segundo ela, para garantir a inclusão e a acessibilidade.
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