Reajuste aplicado pela CPFL é de 2,61% para residências da região. Indústra pagará 3,38% mais caro pela conta que vence a partir de maio.
As tarifas do serviço de fornecimento de energia para consumidores de 234 cidades do estado de São Paulo, incluindo as regiões de Campinas, Piracicaba e Ribeirão Preto, ficarão mais caras a partir de domingo (8). O reajuste aplicado pela Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) é de 2,61% para clientes residencias (uso de baixa tensão) e de 3,38% para indústrias (alta tensão). Os novos valores incidirão sobre as contas com vencimento a partir de maio. Ao todo, cerca 3,75 milhões de clientes são atendidos pela empresa.
O reajuste médio de 2,89% foi aprovado na terça (3) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e vale por 12 meses. A fórmula de cálculo, segundo o órgão, leva em consideração o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), além de custos com energia comprada de geradoras, encargos de transmissão e encargos setoriais.
Por meio de nota, a CPFL informou que a maior parcela do reajuste refere-se aos custos não gerenciáveis pela distribuidora de energia elétrica. "Os custos gerenciáveis, que remuneram os ativos e cobrem os custos operacionais da distribuidora representam 28% da tarifa", informa a nota. Nos outros 72% da tarifa estão os impostos, como ICMS, PIS e Cofins, e custos decorrentes de energia comprada, encargos de transmissão e encargos setoriais.
Comparativo
O reajuste aprovado pela Aneel tem percentuais diferentes entre as companhias energéticas. A Cemig, que atende os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, aplicará reajuste médio de 3,85% para os 805 municípios atendidos. Para os consumidores residenciais, a alta ficou em 3,88 %, enquanto que indústrias terão de pagar 3,79% a mais. Ao todo, cerca de 7 milhões são clientes da empresa.
O reajuste médio de 2,89% foi aprovado na terça (3) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e vale por 12 meses. A fórmula de cálculo, segundo o órgão, leva em consideração o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), além de custos com energia comprada de geradoras, encargos de transmissão e encargos setoriais.
Por meio de nota, a CPFL informou que a maior parcela do reajuste refere-se aos custos não gerenciáveis pela distribuidora de energia elétrica. "Os custos gerenciáveis, que remuneram os ativos e cobrem os custos operacionais da distribuidora representam 28% da tarifa", informa a nota. Nos outros 72% da tarifa estão os impostos, como ICMS, PIS e Cofins, e custos decorrentes de energia comprada, encargos de transmissão e encargos setoriais.
Comparativo
O reajuste aprovado pela Aneel tem percentuais diferentes entre as companhias energéticas. A Cemig, que atende os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, aplicará reajuste médio de 3,85% para os 805 municípios atendidos. Para os consumidores residenciais, a alta ficou em 3,88 %, enquanto que indústrias terão de pagar 3,79% a mais. Ao todo, cerca de 7 milhões são clientes da empresa.
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