Os trabalhadores em autoescolas deflagraram, nesta segunda-feira (9), greve. Em Campinas, as provas com motos não aconteceram. O Sindicato dos Trabalhadores em Auto Moto Escolas, CFC, Despachantes e Transporte Escolar de Campinas e Região (Sintrautodescamp) querem que reivindicações solicitadas e acertadas com os patrões sejam postas emprática. Segundo a advogada da entidade, Hilda Souza Pereira Boaventura, os trabalhadores querem piso pada instrutores e diretores de ensino no valor de R$ 1.520, tíquete-refeição de R$ 15, prêmio por tempo de serviço e o encerramento do transporte dos alunos que fazem aula de moto da autoescola para o local de prática. Atualmente o piso é de R$ 1.295 e o tíquete de R$ 8,20. 'Todas as autoescolas foram avisadas, faz dez dias, sobre a deflagração da greve. Se os alunos não foram avisados, devem cobrar das autoescolas a explicação e ressarcimento, caso tenham desconto no trabalho', afirmou Hilda Boaventura. Com a greve, se não houver conversação com os patrões, as provas de direção de carros, que ocorrem na terça-feira (10), estarão suspensas.
Ela explicou que a partir das 15h os trabalhadores farão uma passeata, que sairá da frente do sindicato, na Rua Barão de Parnaíba, 295, bairro Botafogo, em Campinas. A greve deve atingir todas as pessoas ligadas a autoescolas, de instrutores a atendentes nos Centros de Formação de Condutores (CFCs). O sindicato engloba 160 cidades. Até as 13h30 o Portal RAC não havia conseguido, por telefone, contato com representantes do sindicato patronal (Sindicato de Auto Moto Escolas e Centro de Formação de Condutores de Campinas e REgião (Sindautocamp).
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