Revisão do projeto envolve o eixo D. Pedro, entre os bairros Nova Aparecida e o bairro Santa Mônica
08/05/2012 - 08h52 . Atualizada em 08/05/2012 - 08h56
| Maria Teresa Costa | DA AGÊNCIA ANHANGUERA | ||
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A Prefeitura de Campinas fez a revisão do plano local de gestão (PLG) da Macrozona 9 e 46 áreas existentes entre os bairros Santa Mônica e Nova Aparecida terão mudança de zoneamento para adequá-las à situação real de ocupação e também para induzir a instalação de comércio, serviços e indústria não incômodas. O PLG será discutido em audiência pública no dia 22 de maio, conforme convocação publicada ontem no Diário Oficial do Município (DOM). Após a audiência, o PLG será reenviado à Câmara Municipal, onde há outro plano, da Macrozona 5, à espera de votação.
O plano também prevê um forte componente ambiental, com diretrizes para implantação de 11 parques lineares ao longos dos córregos existentes na região.
“Estamos fazendo novas audiências para sanar dúvidas”, afirmou o secretário de Planejamento, Alair Godoy. O plano da Prefeitura é enviar neste semestre para a Câmara as macrozonas 8 e 9 e no segundo semestre concluir as 1, 2, 6 e 7 para chegar à Câmara no final do ano.
A Macrozona 9 é área de integração Noroeste de Campinas, com 28,79 quilômetros quadrados e com uma população de 75,7 mil moradores. Nessa região estão o distrito de Nova Aparecida e os bairros Amarais, São Marcos e Santa Mônica.
Regularização
O plano de gestão destina áreas para construir empreendimentos imobiliários que visem a regularização fundiária. O Executivo listou 29 áreas dentro das zonas de interesses sociais de regularização, entre elas invasões como o Loteamento Parque Shaloon, Loteamento Sete de Setembro e Jardim Campineiro.
A Prefeitura pretende regularizar esses núcleos, o que inclui remoção ou implementação de infraestrutura. Na maior parte dessas invasões de terra a população vive em condições precárias, sem rede de esgoto, asfalto e sem escola.
Meio ambiente
As duas áreas que receberão indústrias incômodas estão em uma região de difícil acesso, as ligações viárias com as demais áreas são poucas e ocorrem somente através de rodovias, causando conflitos com o trânsito em geral, principalmente rodoviário. Esses eixos rodoviários, ao mesmo tempo em que possibilitam acesso à região, constituem-se em fortes barreiras, assim como os eixos ferroviários, também significativamente presentes nessa macrozona.
É contígua a grandes barreiras físicas como as Fazendas Chapadão (Exército) e Santa Elisa, que funcionam como elementos segregadores, dificultando a articulação desta macrozona com a malha urbana do Município. Além disso existem as barreiras físicas das rodovias e ferrovia.
Na diretrizes viárias incluídas no plano de gestão da macrozona estão implantação de vias marginais às rodovias, à ferrovia e alargamento de ruas, entre outras
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