segunda-feira, 18 de junho de 2012

PAC destina R$ 24 milhões para a Saúde em Campinas



Recursos federais serão aplicados nos setores de urgência e emergência

17/06/2012 - 21h05 . Atualizada em 18/06/2012 - 06h00
Milene Moreto  
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O governo federal destinou cerca de R$ 24 milhões dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2 a Campinas para serem aplicados na área da Saúde nos setores de urgência e emergência. Serão contemplados com a verba o Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, o Hospital de Clínicas (HC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e o Hospital Celso Pierro. O dinheiro será revertido para os pronto atendimentos e para o custeio de leitos de Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) dos hospitais.

Dos R$ 24 milhões, R$ 9 milhões serão divididos entre o Mário Gatti, HC da Unicamp e Celso Pierro. Além desta verba, as unidades também receberão R$ 300 mil para o custeio dos serviços. Para a abertura de novas Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), serão R$ 2 milhões para o HC da Unicamp e R$ 200 mil para a Beneficência Portuguesa, além de mais R$ 6 milhões para o custeio das novas UTIs.

Os pronto atendimentos de Campinas também receberão R$ 1,35 milhão para reformas, ampliações e compra de equipamentos. Já os Serviços de Assistência e Internação Domiciliar (Said) receberão aproximadamente R$ 5 milhões para custeio. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também terá recursos.

O prefeito de Campinas, Pedro Serafim (PDT) tenta, desde o início do ano, reverter verbas para a Saúde em Campinas no âmbito estadual e federal. O setor foi um dos que mais sofreu com a crise política que atingiu a Prefeitura no ano passado. Os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) reclamam da falta de estrutura das unidades e de medicamentos. No início do ano, o Executivo também precisou resolver o problema do convênio do Hospital Cândido Ferreira que foi considerado irregular.

Os funcionários terceirizados do Cândido prestam serviços para toda a rede de saúde. A Administração precisou abrir um concurso público e tem até o segundo semestre para fazer a substituição dos atuais funcionários por concursados.

Solução
Apesar dos recursos terem sido encaminhados pelo Ministério da Saúde, o prefeito de Campinas, disse que o dinheiro ajuda, mas não soluciona o problema. Isso porque o pedetista afirmou que a cidade opera hoje com o caixa no vermelho. “Estamos na luta para tentar arcar com a folha de pagamento dos funcionários. Faltam recursos para o Município que ainda herdou um dívida que precisa ser sanada até dezembro. O dinheiro para o custeio nos ajuda e muito, 

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